sábado, 1 de dezembro de 2012
Num canto qualquer da vida
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Absurdo da vida
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
O lado de lá
Continuando...
domingo, 28 de outubro de 2012
Felicidade às avessas
sábado, 27 de outubro de 2012
Neste domingo, a minha cidade dormirá feliz
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Ponteiros idiotas, que não param nunca

terça-feira, 4 de setembro de 2012
Reticências
Este blog anda tão sem palavras que até justifica o nome, apesar do nome não ter nada a ver com isso, e sim com o livro sem palavras da Clarice...mas a explicação até cabe nesse momento, literalmente, sem palavras, ou seja, mudo ando e mudo ficarei no aconchego da concha, pois troquei o ponto final da frase pelas reticências..., quer dizer, elas, as reticências, permitem fantasiar, divagar, continuar, sonhar... elas põem um fim ao fim-de-frase e colocam um novo recomeço logo ali, onde o ponto antes colocava um ponto-final em alguma história, mas elas, as reticências, resistem para estimular nossa criatividade e fazer parte do imaginário humano - demasiado humano como diria Nietzche....já que o simbólico "3 pontinhos" aponta para o nada e o tudo, para a sensação das infinitas possibilidades, ou para nenhuma, sim, ou, quem sabe, para o mundo de Alice ou, ainda, para os sonhos quixotescos onde todas as possibilidades são possíveis, como uma sobrancelha que levanta quando não sabe a resposta à pergunta que não foi feita...sábado, 1 de setembro de 2012
Preguiça
sábado, 28 de abril de 2012
Sem palavras e sem assunto
Sem-graças travestidos de sérios
Anões travestidos de crianças
Complacentes travestidos de justos
Jingles travestidos de rock
Estórias travestidas de cinema
Chatos travestidos de coitados
Passivos travestidos de pacatos
Medo travestido de senso
Censores travestidos de sensores
Palavras travestidas de sentido
Palavras caladas travestidas de silêncio
Obscuros travestidos de complexos
Bois travestidos de touros
Fraquezas travestidas de virtudes
Bagaços travestidos de polpa
Bagos travestidos de cérebros
Celas travestidas de lares
Paisanas travestidos de drogados
Lobos travestidos de cordeiros
Pedantes travestidos de cultos
Egos travestidos de eros
Lerdos travestidos de zen
Burrice travestida de citações
água travestida de chuva
aquário travestido de tevê
água travestida de vinho
água solta apagando o afago do fogo
água mole sem pedra dura
água parada onde estagnam os impulsos
água que turva as lentes e enferruja as lâminas
água morna do bom gosto, do bom senso e das boas intenções
insípida, amorfa, inodora, incolor
água que o comerciante esperto coloca na garrafa para diluir o whisky
água onde não há seca
água onde não há sede
água em abundância
água em excesso
água em palavras.
Eu apresento a página branca.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Há 22 anos
terça-feira, 17 de abril de 2012
Narcisos
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Hoje tem manifestação pelo diploma de jornalista
Aproveito para republicar aqui um texto que escrevi quando o STF deu o golpe fatal, derrubando a obrigatoriedade do diploma:
terça-feira, 10 de abril de 2012
Pelotas rumo aos 200 anos: à espera do resgate histórico
sábado, 24 de março de 2012
Recomeço sem palavras

Enfim, de volta às palavras. Na verdade, sem muitas palavras, ou mesmo sem nenhuma. Ou ainda uma misturança delas, jogadas aqui com ou sem sentido lógico. Vontade de voltar ao blog só com o branco da página, pois dizem que o branco é a cor da luz ou a junção de todas as cores. Então, hoje estou iluminado e colorido e vou falar do branco colorido de uma página de blog que não diz absolutamente nada. O que se vê aqui, amigos, são apenas manchas, palavras que surgem do nada num branco que grita pálido de tanto, como dizia ele, o bandido Leminski, o poeta maldito.
Mas postar é preciso, então retomo o blog com essas não-palavras, que vão se unindo, como tipos móveis a juntarem-se na caixinha que formam frases a serem impressas manualmente numa página....em branco. (Ah...falarei dos tipógrafos em outra oportunidade)
Mas continuemos dizendo nada neste recomeço. O branco tem muitos significados: pureza e paz tavez sejam os mais comuns. Dizem também que é a cor da alma, da graça, até do idealismo, das estátuas de mármore, dos aventais, da candura, da sabedoria pelos cabelos... ah, até o cavalo do Napoleão, aquele que perdeu a guerra numa posição, digamos, incômoda, dizem que era branco.
Nada melhor do que reativar o Sempalavras sem palavras. Me aguentem agora.






